No cenário de 2026, a recuperação de créditos de PIS e COFINS deixou de ser uma “escolha” para se tornar uma obrigação de gestão para empresas que buscam eficiência de caixa. Este artigo detalha como a tese da essencialidade e relevância pode transformar custos operacionais em capital de giro.
Desde o julgamento do Recurso Especial 1.221.170 pelo STJ, o conceito de insumo para fins de creditamento foi ampliado. Já não estamos limitados ao que é consumido diretamente no produto final, mas sim a tudo o que é essencial e relevante para o desenvolvimento da atividade económica. Na G2, tratamos esse tema como “Engenharia Tributária”, pois exige um mergulho profundo no diagrama de processos da empresa.
O que define um crédito legítimo?
- Essencialidade: O item ou serviço é vital? Sem ele, a produção ou a prestação do serviço seria impossível ou perderia qualidade?
- Relevância: O gasto decorre de uma imposição legal (como EPIs ou tratamento de efluentes) ou integra o processo de forma intrínseca?
A Metodologia G2 de Recuperação:
Não trabalhamos com “teses de aventura”. Nossa abordagem é administrativa e baseada em evidências. Realizamos uma auditoria retroativa dos últimos 60 meses, identificando oportunidades em áreas frequentemente negligenciadas:
- Gastos com logística e fretes entre estabelecimentos;
- Manutenção de máquinas essenciais;
- Insumos de higienização em indústrias alimentares;
- Serviços de subcontratação estratégica.
Recuperar impostos pagos a mais não é apenas uma questão de conformidade; é uma estratégia de reinvestimento. Numa economia de margens apertadas, o fôlego financeiro da sua empresa pode estar escondido nas notas fiscais de despesas operacionais que nunca foram devidamente analisadas sob a ótica do crédito tributário.
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