O Simples Nacional é uma excelente incubadora, mas pode tornar-se uma armadilha para empresas em fase de escala. Este artigo aborda o “sublimite” e o momento crítico em que a simplificação passa a custar caro à lucratividade.
O Obstáculo do Sublimite:
Ao ultrapassar o faturamento de R$ 3,6 milhões anuais, a empresa atinge o sublimite estadual. Na prática, o ICMS e o ISS deixam de ser recolhidos de forma unificada no DAS e passam a ser apurados pelo regime normal. É aqui que muitas empresas perdem o controlo das suas margens, pois a carga tributária sobe de forma abrupta sem que haja uma estrutura preparada para a recuperação de créditos.
Lucro Real vs. Lucro Presumido:
A Decisão Baseada em Dados: A transição para o Lucro Real ou Presumido não deve ser vista como um aumento de burocracia, mas como uma oportunidade de profissionalização da gestão:
- Lucro Real: Permite a dedução de despesas operacionais e o aproveitamento integral de créditos tributários. É ideal para empresas com margens reduzidas ou altos custos operacionais.
- Lucro Presumido: Pode oferecer uma alíquota efetiva menor para empresas de serviços com alta lucratividade e baixa folha de pagamento.
O Papel da G2 na Expansão:
A nossa consultoria foca-se no Estudo de Viabilidade Tributária. Não fazemos apenas a migração de sistema; simulamos cenários reais com base no histórico da empresa para identificar qual o regime que maximiza o EBITDA e garante a segurança jurídica dos sócios.
Crescer exige coragem para abandonar modelos que já não servem o propósito da empresa. O “muro” do Simples Nacional só é intransponível para quem não possui um mapa estratégico de transição. Na G2, somos os arquitetos dessa mudança.
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